Perdi-te
No norte do caminho, deixei-te à beira da estrada
Mas é de madrugada agora, e lembro-me
de quando caminhávamos juntos, de braço dado.
Quis enganar-me a mim próprio
Dilacerar as flores que cresciam à frente dos teus pés
Só consegui deixar de te ver na bifurcação da vida.
E o rosado do céu ri-se destas conclusões,
clareando mais ainda
Se com a luz que resplandece
te vejo a ficar cada vez mais para trás
E outros que nunca vi se me vão juntando no caminho.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
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