E sigo, e ponho, e vejo
Mas não sei de que valerá
Essa utopia idílica
Sonhos arrastados pelo chão
Estandartes caídos
E digo, e sonho, e beijo
Como quem se lembra
Tantas vezes de quem ficou
E de quem veio
E penso, e quero, e lanço
Esperanças ao mar, quais âncoras ferrugentas
De usos infrutíferos ou inacabados
E calo, e torno, e a triste
Sina dos que não sabem
Mas vivem, sentem, são!
E vivo, e morro, para sempre
Naquele ciclo que o destino a todos reserva
Ao círculo desconhecido a que retornamos
Um dia
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
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