quarta-feira, 8 de junho de 2011

Clarezas Quiçá

É com objectivos traçados
Que vos quero observar
Que vos quero estudar, sabem
A vocês todos aqueles que dizem ser
Ou viver por aí, pelas estradas e cantos
Que querem amar, ou perdoar
Ou odiar (quem sabe)!

A humanidade
Ah, que capricho meu, este das palavras caras
Os homens! Sim, o Homem
Esse bicho criado e feito pela experiência

Penso que seria literariamente fútil negar
Complexidades e desalinhos que temos
Sabemos bem que os temos, sim
Mas enrolamos estes dissabores alucinantes
Em nome da dita simplicidade
Tão, tão desnecessária
Somos complicados, sempre fomos, sempre seremos
Provavelmente cada vez mais

Que não se neguem as complicações em nome do estudo
Porventura se façam descobertas interessantes
Quiçá